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DIA 05/08 - PRR apoia projecto de 110 milhões para inovação no sector agro-alimentar

O projecto Viiafood, recentemente aprovado pelo Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), para “impulsionar a transformação do sector alimentar português e aumentar a competitividade das empresas nacionais”, junta cerca de 50 entidades, entre empresas, laboratórios e associações do sector, e “promete desenvolver mais de 130 novos produtos, serviços e processos até 2025, em linha com as tendências nacionais e internacionais da alimentação saudável e da sustentabilidade”.

Para atingir as metas definidas está previsto um investimento de 110 milhões de euros, co-financiado pelo PRR em 50% (no âmbito das Agendas Mobilizadoras para a Inovação Empresarial), e o restante pelas entidades envolvidas, foi hoje divulgado. Não foi, no entanto, discriminado o apoio concedido às entidades envolvidas, nem o investimento a assegurar por cada uma delas.

De acordo com um comunicado divulgado esta quinta-feira, o consórcio é liderado pela MC, do grupo Sonae (proprietário do PÚBLICO), e é coordenado pela PortugalFoods, que conta entre os seus associados com empresas da indústria alimentar e actividades conexas e entidades do sistema científico e tecnológico.

Citado no comunicado, o presidente da PortugalFoods, Amândio Santos, refere que “o pacto de inovação Viiafood é, sem dúvida, o maior movimento do sector agro-alimentar português”, e que “a iniciativa contribuirá para acelerar a recuperação e o aumento da resiliência da indústria nacional, objectivo central dos investimentos e dos apoios no âmbito do PRR”.

O responsável da PortugalFoods, entidade gestora do cluster português Agrofood (constituído por mais de 170 associados), sustenta ainda que “sendo o sector alimentar um pilar da economia nacional, pelo peso que tem em termos de volume de negócios e exportações, é também essencial na vida das famílias portuguesas, pretendendo-se ter o consumidor mais próximo, na validação das apostas da indústria, e dos desenvolvimentos previstos, com os parceiros das entidades do sistema científico e tecnológico nacional”.

A líder do consórcio, a MC, defende que se trata de “um projecto para impulsionar a economia nacional”. José Fortunato, administrador da empresa de distribuição alimentar, para além de outros negócios, refere que o país tem recursos e condições únicos que não podem ser desperdiçados. “Com o Viiafood queremos elevar o sector agro-alimentar português a um nível superior, em que as nossas empresas estejam capacitadas para intervir nos mercados externos de forma competente e com argumentos de peso”, avança, acrescentando que “há áreas de negócio para explorar e oportunidades de melhoria na forma como produzimos e fazemos chegar os produtos aos clientes, que temos de agarrar”.

Integram o consórcio 29 empresas, de diferentes áreas de actividade do sector alimentar, e 20 entidades do sistema científico nacional, associações do sector e laboratórios colaborativos com competências nas áreas de I&D aplicadas à área alimentar.

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DIA 05/07 - Residência Fiscal e Geral – Perda de habitação própria permanente e perda de isenção de IMI

Uma pessoa brasileira tem residência fiscal em Portugal, onde vendeu uma casa e comprou outra, reinvestindo a realização do imóvel vendido num novo imóvel (habitação própria permanente). Se esta pessoa brasileira mudar a residência fiscal para o Brasil, terá de ser tributada pelas mais valias do imóvel vendido (perdendo o beneficio fiscal do reinvestimento)? Esta pessoa ficou com isenção do IMI durante 3 anos da casa comprada, ao mudar a residência fiscal (não vende o imóvel) para o Brasil irá perder a isenção do IMI?

Conheça a resposta aqui!

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DIA 03/06 - Comércio a retalho diminuiu na zona euro e na UE em abril

O volume do comércio a retalho caiu 1,3% na zona euro e na União Europeia (UE) em abril deste ano em comparação com o mês anterior, segundo os dados divulgados esta sexta-feira pelo Eurostat.

No mês passado, o volume do comércio a retalho aumentou 0,3% na zona euro e 0,6% na UE.

Em abril de 2022, o índice de vendas a retalho aumentou 3,9% na zona do euro e em 5,0% na UE, face aos números de abril de 2021.

Em abril de 2022, na zona euro, o volume do comércio a retalho diminuiu 2,6% para os alimentos, bebidas e tabaco e em 0,7% para produtos não alimentares, tendo aumentado 1,9% para combustíveis automóveis.

Na UE, o volume do comércio a retalho diminuiu 2,3% para alimentos, bebidas e tabaco e 0,9% para produtos não alimentares, tendo aumentado 1,4% para os combustíveis automóveis.

As maiores diminuições mensais no volume total do comércio a retalho foram registados na Eslovénia (-7,7%), Alemanha (-5,4%) e Letónia (-3,9%), tendo os maiores aumentos ocorrido em Espanha (+5,3%), Luxemburgo (+3,7%) e Irlanda (+1,9%).

Na zona euro, em abril de 2022, em comparação com o mês homólogo, o volume do comércio a retalho aumentou 14,6% para combustíveis para automóveis e em 8,9% para produtos não alimentares, enquanto que diminuiu em 4,0% para alimentos, bebidas e tabaco.

Na UE, o volume do comércio a retalho aumentou 14,6% para os combustíveis para automóveis e 9,6% para os produtos não alimentares, tendo diminuído 2,8% para alimentos, bebidas e tabaco.

De acordo com o Eurostat, os maiores aumentos anuais no volume total do comércio a retalho foram registados na Eslovénia (+29,6%), Polónia (+21,1%) e Malta (+17,5%), sendo que as maiores quebras foram observadas na Finlândia (-3,4%), Luxemburgo (-2,9%) e Bélgica (-1,9%).

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